Mostrar mensagens com a etiqueta fotografias. Mostrar todas as mensagens
Mostrar mensagens com a etiqueta fotografias. Mostrar todas as mensagens

terça-feira, 2 de dezembro de 2008

Nevão em Castro Laboreiro

Castro Laboreiro no passado fim de semana... porque uma imagem vale por mil palavras...






sexta-feira, 28 de março de 2008

segunda-feira, 10 de dezembro de 2007

quarta-feira, 7 de novembro de 2007

terça-feira, 23 de outubro de 2007

quarta-feira, 17 de outubro de 2007

Um pouco de Historia II

"Afonso III, de Castela, dá povoação de Castro Laboreiro e Castro ao Conde D. Hermenegildo, avô de São Rosendo, por este ter vencido Witiza que se havia revoltado; durante o domínio do Conde galego, o Castro foi adaptado a castelo, caindo depois no poder dos mouros;

1144 - D. Afonso Henriques conquista-o;

1145 - restaura-o;

séc. 12 - segundo inscrição, D. Sancho I completou a obra;

1212 - arrasado durante a invasão Leonesa;

1290 - reconstruído por D. Dinis;

Os Gomes de Abreu, de Merufe, tiveram durante muitos anos a alcaidaria de Laboreiro, que andava junta com a de Melgaço;

1375 - D. Fernando deu a alcaidaria a Estevão Anes Marinho;

séc. 14 - depois da conquista de Melgaço, D. João I usou Castro Laboreiro para deter as várias incursões castelhanas vindas da Galiza;

1441 - era alcaide-mor Martim de Castro, que foi afastado devido a queixas dos moradores da vila;

1666, Mai. - Baltazar Pantoja tomou o castelo de supresa depois de 4 horas de luta; deixou como Governador D. Pedro Esteves Ricarte, que se rendeu ao 3º Conde de Prado, D. Francisco de Sousa;

1671 - o rei, ao contrário do parecer de Michel Lescole, decide conservar o castelo de Castro Laboreiro;

1715 - depois de estabelecida a paz, ficou desguarnecido;

1766 / 1778 - o Conde de Bobadela, Governador das Armas da Província, ali mandou recolher 400 homens e mulheres que se negaram a apresentar seus filhos recenseados para o serviço militar;

1746 / 1779 - foi Governador da vila de Castro Laboreiro Manuel de Araújo Machado; 1801 - ocupado por tropas e defendido com 4 peças."

quarta-feira, 26 de setembro de 2007

quinta-feira, 20 de setembro de 2007

quinta-feira, 6 de setembro de 2007

Fotografias

Três fotografias que tirei quando estive em Castro no mês passado:


segunda-feira, 3 de setembro de 2007

Fotografias de Gérald Bloncourt

Esta manhã, quando dava uma vista de olhos pelos blogs que costumo ler, acabei por ir parar ao blog Memórias (através de um comentário que o seu autor deixou no blog Longe de Castro Laboreiro) e descobri que Gérald Bloncourt tem fotografias muito interessantes sobre os portugueses que nos anos sessenta emigraram para França.

Naquela altura muitos dos portugueses que partiram para França aglomeraram-se em bairros de lata ("bidonvilles"). Champigny, nos arredores de Paris, era nos anos sessenta a capital dos portugueses em França. O bairro chegou a ter mais de 10.000 habitantes e era o principal local de recrutamento de mão-de-obra portuguesa em França.

Deixo-vos aqui algumas fotografias de Gérald Bloncourt.












terça-feira, 7 de agosto de 2007

Cruzeiro da Quingosta / Cruzeira de Portos



Designação
Cruzeiro da Quingosta / Cruzeira de Portos

Localização
Viana do Castelo, Melgaço, Castro Laboreiro

Acesso
EN 202 ( Melgaço - Lamas de Mouro ), EN 203-3 para Castro Laboreiro, daqui para E. em direcção às brandas dos Portos

Enquadramento
Rural e harmonioso, o cruzeiro ergue-se no caminho que conduz às pastagens naturais do planalto de Castro Laboreiro, próximo das brandas da margem esquerda do Rio Laboreiro. A vegetação rasteira permite ampla visibilidade sobre as cumeadas orientais da Serra da Peneda.

Descrição
Cruzeiro granítico assente em soco de secção quadrada em cuja face virada a E. foi inscrita data: 1860. Sobre ele ergue-se cruz latina com haste vertical inteira de secção quadrangular formando dado com leve ressalto na face virada a E., criando um nicho pouco pronunciado. O fuste estreita levemente e sobre ele assenta peça única que constitui o prolongamento superior da haste e os braços da cruz, de igual secção quadrangular e remate trilobado.

Utilização Inicial
Devocional: cruzeiro

Utilização Actual
Devocional: cruzeiro

Propriedade
Pública: baldio

Época de Construção
Séc. 19 *

Arquitecto / Construtor / Autor
Desconhecido

Cronologia
1860 - construção do cruzeiro segundo data inscrita;
Séc. 19 / 20 - aposição de novo soco atendendo à pátina mais recente do granito.

Tipologia
Arquitectura religiosa, oitocentista. Cruzeiro de caminho oitocentista, em granito, constituído por três peças, soco, coluna simples e remate de haste e braços trilobados criando cruz latina de haste vertical inteira servindo de coluna.

Características Particulares
Destaca-se pela implantação ímpar, na orla do planalto onde se atingem as cotas mais elevadas da Peneda oriental, presidindo ao caminho que conduz às pastagens de Verão. Caracteriza-se pela simplicidade e pelo facto do remate dos braços da cruz serem [?]

Dados Técnicos
Estrutura autoportante

Materiais
Granito


* O soco que apresenta a inscrição 1860 é de talhe mais recente do que o conjunto do cruzeiro que, dadas as características estilísticas, poderia datar do século 18 ou mesmo da centúria anterior. No entanto, tendo em conta a inscrição, julgamos adequado considerá-la como cronologia do monumento.

terça-feira, 31 de julho de 2007

Pontes






Designação
Aqueduto de Pontes, Cruzeiro e Alminhas

Localização
Viana do Castelo, Melgaço, Castro Laboreiro

Acesso
EN 202 (Melgaço - Lamas de Mouro), EN 203-3 até Castro Laboreiro, EM para Ribeiro de Baixo. Caminho à Esq. para Pontes, Cç. para N. Gauss: M-197,6 P-557,9; Fl. 9

Enquadramento
Rural, isolado, junto aos campos que regava, hoje sem uso cobertos por giestal e pequenos carvalhos. Para O., uma mata de carvalhos bordeja os campos. Sob o vão maior do aqueduto passa o antigo caminho que partia de Pontes para a ponte do Porto de Bago, sobre o Laboreiro.

Descrição
Aqueduto para rega formado por canal aberto, apoiado nos topos E. e O. numa base de alvenaria de granito e vencendo cerca de 60 m sobre pilares de lajes graníticas que dão origem a 23 vãos rectos. A S. do aqueduto e a O. do caminho ergue-se um cruzeiro simples em granito, virado a E., constituído por pedestal quadrangular sobre o qual assentam umas alminhas. Sobre estas ergue-se uma cruz latina, de secção quadrada, talhada num bloco único. A base apresenta cimento nas juntas. A N. do aqueduto e a E. do caminho erguem-se umas alminhas de labor grosseiro, viradas a O. Sobre uma base sumariamente quadrangular, talhada apenas na parte anterior, assenta um bloco granítico no qual se rasgou um pequeno nicho encimado por um cruz latina em alto-relevo.

Utilização Inicial
Agrícola / equipamento (aqueduto para aproveitamento) / Devocional (cruzeiro e alminhas)

Utilização Actual
Devoluto

Propriedade
Privada: pessoa singular

Época de Construção
Séc. 20

Arquitecto / Construtor / Autor
Não definido

Cronologia
Séc. 20, 4ª década - construção a mando do P.e Manuel Joaquim Rodrigues;
Séc. 20, 9ª década - cessa a utilização.


Tipologia
Aqueduto de rega em alvenaria de granito formado por canal aberto assente sobre pilares.

Características Particulares
Sacralização do aqueduto, pela aposição de um cruzeiro e de alminhas, dada a relação que teve com um importante caminho de ligação entre brandas e inverneiras.

Dados Técnicos
Estrutura autoportante (aqueduto e cruzeiro), estrutura monolítica (alminhas).

Materiais
Granito, cimento.

Observações
O P.e Manuel Joaquim Rodrigues que terá mandado edificar o aqueduto e presa que lhe está associada era natural do lugar de Pontes, freguesia de Castro Laboreiro, na qual foi pároco por poucos anos após ter regressado de estadia longa no Brasil.

sexta-feira, 20 de julho de 2007

Curral do Gonçalo

Sempre achei curioso o nome deste lugar… qual será a origem?

Fonte: Divisões Territoriais - INE / Ortos - IGP

terça-feira, 10 de julho de 2007

quinta-feira, 5 de julho de 2007

Vila




Fonte: Divisões Territoriais - INE
Ortos - IGP