sexta-feira, 4 de janeiro de 2008
quinta-feira, 3 de janeiro de 2008
Concelho de Melgaço vai ficar sem escolas primárias em 2009
Alunos serão concentrados em dois centros escolares
"As cinco escolas primárias que ainda "resistem" em Melgaço vão fechar de vez no final do ano lectivo 2008/2009, sendo os alunos transferidos para um novo centro escolar na vila, informou hoje o presidente da Câmara.
O novo centro escolar está em concurso público, por 1,7 milhões de euros, e vai servir os alunos de onze freguesias da zona ribeirinha da vila, "em nome de um ensino moderno e de qualidade", disse Rui Solheiro.
O autarca lembrou que a Câmara de Melgaço foi a primeira do país a construir um centro escolar, em 2000, quando abriu em Pomares uma estrutura para concentrar todos os alunos das sete freguesias serranas, o que permitiu o encerramento de sete escolas primárias.
O Centro Escolar de Pomares, que representou um investimento de 1,1 milhões de euros, acolhe actualmente cerca de 90 alunos do 1º ciclo e do pré-primário.
"Faltava-nos um equipamento do género para as freguesias da parte mais baixa do concelho, e é essa lacuna que vamos agora colmatar", disse Solheiro.
O novo centro escolar será composto por 14 salas de aulas e estará dotado de ligação à Internet, bem como de uma biblioteca e um espaço para actividades desportivas, devendo acolher cerca de 400 crianças, do pré-primário e do 1º ciclo.
O equipamento estará concluído a tempo de acolher o início do ano lectivo 2009/2010 e deverá ser dotado de painéis solares fotovoltaicos, que lhe darão alguma autonomia energética.
No distrito de Viana do Castelo, funcionam este ano lectivo 160 escolas do 1º ciclo, menos 23 do que em 2006/2007 e menos 98 do que há dois anos.
Em 2004, a Câmara de Paredes de Coura optou pela concentração do primeiro ciclo num único edifício, construído de raiz, face ao cada vez mais reduzido número de alunos, uma situação que levava a que a maioria das escolas estivesse "praticamente às moscas".
Neste ano lectivo, existem ainda no distrito de Viana do Castelo algumas escolas com um reduzido número de alunos, como a de Gaifar, em Ponte de Lima, com apenas oito jovens.
Outros exemplos são as escolas de Nogueira, em Ponte da Barca (11 alunos), Montaria e Samonde, em Viana do Castelo (com 13 cada uma), a de Troviscoso, em Monção (com 14), ou ainda a de Sopo, Vila Nova de Cerveira (com 16).
O distrito de Viana do Castelo contava com 258 escolas primárias no ano lectivo 2005/2006".
Fonte: Lusa (no jornal Público)
segunda-feira, 10 de dezembro de 2007
quarta-feira, 5 de dezembro de 2007
"Revitalização do Mundo Rural”
"No passado dia 17 de Novembro, teve lugar na Estalagem de Castro Laboreiro um Seminário subordinado ao tema “Revitalização do Mundo Rural”, o primeiro deste âmbito, que pretendeu sensibilizar, os Órgãos Gestores dos Baldios e toda a população quer a de Castro Laboreiro, quer a do Concelho de Melgaço e ainda as centenas de interessados que aqui se deslocaram, para ouvir e debater sobre a importância do aproveitamento sustentado dos recursos dos Baldios e da Floresta, bem como das medidas financeiras de apoio aos mesmos. Este Seminário foi da responsabilidade da ACEB (Associação para a Cooperação entre Baldios), com a colaboração dos quatro Conselhos Directivos de Castro Laboreiro (S. Bento; Adrofeire/ Queimadelo/Outeiro/Falagueir as/Coriscadas; Rodeiro/Antões e Camarros).
O Seminário contou com a participação de um grande número de participantes, cerca de 280 pessoas enchendo a sala maior da Estalagem, cedida pela Associação dos Bombeiros Voluntários Amarelinhos de Santo Tirso. Nesta participação destaca-se a presença dos autarcas de Lamas de Mouro, Rouças, Soajo, Gavieira, Entre-os- -Rios, bem como de Comissões de Baldios vindos de todo o País, Ponte de Lima, Arcos de Valdevez, Viana do Castelo, Vieira do Minho, Aveiro, Coimbra, Guarda e de Trás-os-Montes, que tornaram este evento num evento de grande exigência em termos de mobilização, e que para o efeito obrigou a organização a requisitar quatro Autocarros.
O Seminário abriu com as boas vindas a todos, pela parte da organização, tendo sido a mesa do primeiro painel presidida pelo presidente da ACEB de Viana do Castelo o Eng.º Eugénio Vítor, apoiado pela Eng.ª técnica Ana Gonçalves da mesma associação e que foram ladeados pelos representantes dos quatro Baldios de Castro Laboreiro, do Sr. Director do Parque Nacional Peneda-Gerês (PNPG) Dr. Henrique Pereira e pelos Engenheiros Ivo Gomes e Victor Rego da Direcção Geral das Florestas (DGRF).
A primeira intervenção, ficou a cargo do Dr. Henrique Pereira (PNPG), que abordou o tema da Multifuncionalidade da Floresta dentro de uma perspectiva ambiental, económica e turística, para as populações.
A segunda Intervenção, foi subordinada ao tema Gestão dos Baldios e onde a Eng.ª Técnica Lia da ACEB, desenvolveu o tema “Planos de Utilização dos Baldios”, destacando como este plano pode funcionar como uma ferramenta de gestão, e que pode em muito ajudar a definir quais as prioridades que devem ser desenvolvidas dentro de cada baldio, atendendo aos seu compartes, usos e costumes e à natureza dos vários recursos naturais das regiões onde se encontram inseridos, direccionando e equacionando quais as melhores acções a desenvolver de forma a intervir e a criar sinergias de sucesso. Dentro deste tema, a Engenheira técnica Ana Gonçalves, abordou o tema dos Grupos de Baldios, onde fez uma breve introdução no sentido de explicar que os Baldios pertencem aos seus compartes e que estes, devidamente organizados e enquadrados dentro da lei 68/93 de 4 de Setembro a qual atribui direitos, que podem e devem ser adquiridos para que através das suas assembleias de compartes e dos seus Órgãos eleitos para os respectivos Conselhos Directivos, exercerem a gestão dos seus terrenos Baldios, bem como dos seus recursos.
Quanto aos grupos de Baldios foi referenciado que independentemente do tamanho ou da proporção dos seus limites, e apesar das diferenças, algumas até acentuadas é sempre conveniente que estes se possam unir, configurando-se numa Estrutura com maior sentido estratégico onde a união os faça crescer para poder obter quer maior papel de persuasão e de acção quer de interactividade e de interacção, de forma a todos conseguirem servir melhor as suas populações. E onde estas acções, surtam efeitos para se combater um certo empobrecimento provocado por uma divisão e algum emparcelamento que não, ajuda na resolução de vários problemas, económicos, administrativos, sociais e humanos.
Quanto ao Eng.º Ivo Gomes (DGRF), este abordou a problemática dos Fogos Florestais, e o drama que os mesmos provocam, focalizando a sua apresentação e a sua intervenção para as causas e consequências, bem como para os métodos de prevenção e de combate.
No final destas intervenções, deu-se o período de debate acalorado, onde surgiram várias questões da parte dos participantes, que interpelaram o Sr. Director do PNPG, quanto:
• As casas Florestais dentro do PNPG, abandonadas e sem utilização efectiva e pratica por parte desta entidade (Pergunta Vindo do Presidente do conselho directivo de Vilar da Veiga);
• Porque é que o PNPG, fica indiferente, quando se assiste a freguesias que podem montar estruturas de desenvolvimento nos seus Baldios, como são os Parques Eólicose daí serem compensados com lucro financeiro promovendo qualidade de vida as suas gentes. Ao invés das localidades que se encontram dentro do PNPG, que, devido aos planos naturais, se vêem atrasadas no comboio do progresso, sem poderem proporcionar essa qualidade de vida às suas populações, e com isto não conseguem travar a desertificação (expossição feita pelo Sr. Presidente da Junta de Freguesia de Soajo);
• Foi também colocado ao Sr. Director do PNPG, se agora que participava neste Seminário, ao lado das Comissões de Castro Laboreiro, estaria disposto, em conjunto com as mesmas estruturas de Baldios encontrar fórmulas de sucesso e de enquadramento, que levem ao desenvolvimento não só do ponto de vista turístico e ambiental, mas também Humano e social, para que o ser humano não se torne aqui na única espécie protegida (representante do grupo de Baldios de Castro Laboreiro).
Às questões o Sr. Director respondeu:
Primeira: Que face à incapacidade financeira da Estrutura PNPG, esta estaria disposta a entregar a tutela destes edifícios aos conselhos directivos, a fim de os mesmos as reestruturarem para as conseguirem utilizarem como apoio ou até de rentabilidade para as populações;
Na segunda foi evasivo, passando o problema para o Poder Central;
Na terceira, conseguiu fugir do tema, optando por tentar desconsiderar estas estruturas de Castro Laboreiro, e até conseguiu tentar passar a mensagem de que em Castro Laboreiro não existe desertificação, e que há bastantes criancinhas, que há saneamento básico e cometeu alguma leviandade ao reduzir a freguesia de Castro Laboreiro, ao lugar da Vila, esquecendo-se de todos os outros.
Mas mais grave, e indo mais longe foi tentar insinuar que os Castrejos se encontravam desunidos e que estes casos se resolveriam nos tribunais. Recebendo de imediato apupos da assistência como resposta, foi confrontado pelos representantes destes Conselhos de Baldios, aluindo que os Castrejos não se encontravam desunidos e prova disso estava nos apoios massivos e incondicionais que tinham das suas assembleias de compartes. E a prova maior era a de que os quatro se encontravam ali lado a lado. Foi também dito ao Sr. Director que isto não surgiu espontaneamente, pois este novo movimento de agrupamento é regenerador e traduz-se, não numa estrutura marginal minimalista e elitista, mas sim em quatro estruturas genuínas bem definidas. Pois estas são fruto de uma tomada de consciência mais alargada, do interior da população Castreja, que viu a necessidade de voltarem os olhos e as atenções empenhadas, para a sua terra e as suas raízes e para os enormes prejuízos que nos têm vindo a ser provocados pelos impreparados, pelos incompetentes e mal formados, e não esquecendo algum dos muitos interesses ilegítimos externos, que nem sequer respeitam a memória das suas próprias raízes.
Como Alguém disse nesta acareação, Castro pertence aos Castrejos e, indo mais longe, para que não restassem dúvidas, que era nessa linha que estes entendem que as iniciativas que recentemente levaram à constituição dos quatro conselhos directivos de baldios, brotando do interior das comunidades de vizinhos foi segundo o critério da sua maior proximidade geográfica, mas nunca descurando a necessidade de se manterem unidos, através da ideia de agrupamento para certos fins comuns. Nomeadamente naquilo que vai desde as acções de informação, divulgação, e formação da população a valorização dos baldios e dos seus recursos, como foi exemplo disso o muito mérito e o sucesso, do que se estava a passar nesse Sábado com a realização em Castro Laboreiro deste mesmo Seminário, sobre Revitalização do Mundo Rural, promovido com a colaboração da ACEB, e por isso e por agora, enquanto se mantiver o respeito por estes princípios orientadores, todos terão o respeito e apoio incondicional.
Com o debate, dado por terminado, deu-se a pausa para almoço, que teve lugar na Albergaria Mira Castro. Após o almoço, as intervenções estiveram a cargo do Eng.º Vítor Rego da DGRF e da Eng.ª Ana Gonçalves da ACEB, que trouxeram para este seminário os temas “Aproveitamento Económico dos Recursos da Floresta e dos Baldios”, “Apoios comunitários e Nacionais para a Floresta e Baldios”. Seguindo-se um debate, e resposta às questões levantadas pelos participantes".
Jornal Regional, 4/Dezembro/2007 (Fonte: A Voz de Melgaço)
O Seminário contou com a participação de um grande número de participantes, cerca de 280 pessoas enchendo a sala maior da Estalagem, cedida pela Associação dos Bombeiros Voluntários Amarelinhos de Santo Tirso. Nesta participação destaca-se a presença dos autarcas de Lamas de Mouro, Rouças, Soajo, Gavieira, Entre-os- -Rios, bem como de Comissões de Baldios vindos de todo o País, Ponte de Lima, Arcos de Valdevez, Viana do Castelo, Vieira do Minho, Aveiro, Coimbra, Guarda e de Trás-os-Montes, que tornaram este evento num evento de grande exigência em termos de mobilização, e que para o efeito obrigou a organização a requisitar quatro Autocarros.
O Seminário abriu com as boas vindas a todos, pela parte da organização, tendo sido a mesa do primeiro painel presidida pelo presidente da ACEB de Viana do Castelo o Eng.º Eugénio Vítor, apoiado pela Eng.ª técnica Ana Gonçalves da mesma associação e que foram ladeados pelos representantes dos quatro Baldios de Castro Laboreiro, do Sr. Director do Parque Nacional Peneda-Gerês (PNPG) Dr. Henrique Pereira e pelos Engenheiros Ivo Gomes e Victor Rego da Direcção Geral das Florestas (DGRF).
A primeira intervenção, ficou a cargo do Dr. Henrique Pereira (PNPG), que abordou o tema da Multifuncionalidade da Floresta dentro de uma perspectiva ambiental, económica e turística, para as populações.
A segunda Intervenção, foi subordinada ao tema Gestão dos Baldios e onde a Eng.ª Técnica Lia da ACEB, desenvolveu o tema “Planos de Utilização dos Baldios”, destacando como este plano pode funcionar como uma ferramenta de gestão, e que pode em muito ajudar a definir quais as prioridades que devem ser desenvolvidas dentro de cada baldio, atendendo aos seu compartes, usos e costumes e à natureza dos vários recursos naturais das regiões onde se encontram inseridos, direccionando e equacionando quais as melhores acções a desenvolver de forma a intervir e a criar sinergias de sucesso. Dentro deste tema, a Engenheira técnica Ana Gonçalves, abordou o tema dos Grupos de Baldios, onde fez uma breve introdução no sentido de explicar que os Baldios pertencem aos seus compartes e que estes, devidamente organizados e enquadrados dentro da lei 68/93 de 4 de Setembro a qual atribui direitos, que podem e devem ser adquiridos para que através das suas assembleias de compartes e dos seus Órgãos eleitos para os respectivos Conselhos Directivos, exercerem a gestão dos seus terrenos Baldios, bem como dos seus recursos.
Quanto aos grupos de Baldios foi referenciado que independentemente do tamanho ou da proporção dos seus limites, e apesar das diferenças, algumas até acentuadas é sempre conveniente que estes se possam unir, configurando-se numa Estrutura com maior sentido estratégico onde a união os faça crescer para poder obter quer maior papel de persuasão e de acção quer de interactividade e de interacção, de forma a todos conseguirem servir melhor as suas populações. E onde estas acções, surtam efeitos para se combater um certo empobrecimento provocado por uma divisão e algum emparcelamento que não, ajuda na resolução de vários problemas, económicos, administrativos, sociais e humanos.
Quanto ao Eng.º Ivo Gomes (DGRF), este abordou a problemática dos Fogos Florestais, e o drama que os mesmos provocam, focalizando a sua apresentação e a sua intervenção para as causas e consequências, bem como para os métodos de prevenção e de combate.
No final destas intervenções, deu-se o período de debate acalorado, onde surgiram várias questões da parte dos participantes, que interpelaram o Sr. Director do PNPG, quanto:
• As casas Florestais dentro do PNPG, abandonadas e sem utilização efectiva e pratica por parte desta entidade (Pergunta Vindo do Presidente do conselho directivo de Vilar da Veiga);
• Porque é que o PNPG, fica indiferente, quando se assiste a freguesias que podem montar estruturas de desenvolvimento nos seus Baldios, como são os Parques Eólicose daí serem compensados com lucro financeiro promovendo qualidade de vida as suas gentes. Ao invés das localidades que se encontram dentro do PNPG, que, devido aos planos naturais, se vêem atrasadas no comboio do progresso, sem poderem proporcionar essa qualidade de vida às suas populações, e com isto não conseguem travar a desertificação (expossição feita pelo Sr. Presidente da Junta de Freguesia de Soajo);
• Foi também colocado ao Sr. Director do PNPG, se agora que participava neste Seminário, ao lado das Comissões de Castro Laboreiro, estaria disposto, em conjunto com as mesmas estruturas de Baldios encontrar fórmulas de sucesso e de enquadramento, que levem ao desenvolvimento não só do ponto de vista turístico e ambiental, mas também Humano e social, para que o ser humano não se torne aqui na única espécie protegida (representante do grupo de Baldios de Castro Laboreiro).
Às questões o Sr. Director respondeu:
Primeira: Que face à incapacidade financeira da Estrutura PNPG, esta estaria disposta a entregar a tutela destes edifícios aos conselhos directivos, a fim de os mesmos as reestruturarem para as conseguirem utilizarem como apoio ou até de rentabilidade para as populações;
Na segunda foi evasivo, passando o problema para o Poder Central;
Na terceira, conseguiu fugir do tema, optando por tentar desconsiderar estas estruturas de Castro Laboreiro, e até conseguiu tentar passar a mensagem de que em Castro Laboreiro não existe desertificação, e que há bastantes criancinhas, que há saneamento básico e cometeu alguma leviandade ao reduzir a freguesia de Castro Laboreiro, ao lugar da Vila, esquecendo-se de todos os outros.
Mas mais grave, e indo mais longe foi tentar insinuar que os Castrejos se encontravam desunidos e que estes casos se resolveriam nos tribunais. Recebendo de imediato apupos da assistência como resposta, foi confrontado pelos representantes destes Conselhos de Baldios, aluindo que os Castrejos não se encontravam desunidos e prova disso estava nos apoios massivos e incondicionais que tinham das suas assembleias de compartes. E a prova maior era a de que os quatro se encontravam ali lado a lado. Foi também dito ao Sr. Director que isto não surgiu espontaneamente, pois este novo movimento de agrupamento é regenerador e traduz-se, não numa estrutura marginal minimalista e elitista, mas sim em quatro estruturas genuínas bem definidas. Pois estas são fruto de uma tomada de consciência mais alargada, do interior da população Castreja, que viu a necessidade de voltarem os olhos e as atenções empenhadas, para a sua terra e as suas raízes e para os enormes prejuízos que nos têm vindo a ser provocados pelos impreparados, pelos incompetentes e mal formados, e não esquecendo algum dos muitos interesses ilegítimos externos, que nem sequer respeitam a memória das suas próprias raízes.
Como Alguém disse nesta acareação, Castro pertence aos Castrejos e, indo mais longe, para que não restassem dúvidas, que era nessa linha que estes entendem que as iniciativas que recentemente levaram à constituição dos quatro conselhos directivos de baldios, brotando do interior das comunidades de vizinhos foi segundo o critério da sua maior proximidade geográfica, mas nunca descurando a necessidade de se manterem unidos, através da ideia de agrupamento para certos fins comuns. Nomeadamente naquilo que vai desde as acções de informação, divulgação, e formação da população a valorização dos baldios e dos seus recursos, como foi exemplo disso o muito mérito e o sucesso, do que se estava a passar nesse Sábado com a realização em Castro Laboreiro deste mesmo Seminário, sobre Revitalização do Mundo Rural, promovido com a colaboração da ACEB, e por isso e por agora, enquanto se mantiver o respeito por estes princípios orientadores, todos terão o respeito e apoio incondicional.
Com o debate, dado por terminado, deu-se a pausa para almoço, que teve lugar na Albergaria Mira Castro. Após o almoço, as intervenções estiveram a cargo do Eng.º Vítor Rego da DGRF e da Eng.ª Ana Gonçalves da ACEB, que trouxeram para este seminário os temas “Aproveitamento Económico dos Recursos da Floresta e dos Baldios”, “Apoios comunitários e Nacionais para a Floresta e Baldios”. Seguindo-se um debate, e resposta às questões levantadas pelos participantes".
Jornal Regional, 4/Dezembro/2007 (Fonte: A Voz de Melgaço)
sexta-feira, 30 de novembro de 2007
Parque Expo planeia intervenção no Vale do Minho
"A Parque Expo está a elaborar o plano de intervenção para o Vale do Minho, cujo documento tem de estar concluído num prazo de 18 semanas. O objectivo é definir uma estratégia integrada e operativa para o desenvolvimento deste território, que abrange todo o território da Comunidade Intermunicipal Vale do Minho (Melgaço, Monção, Paredes de Coura, Valença e Vila Nova de Cerveira), explica a empresa em comunicado.
Três eixos orientam a aplicação dessa estratégia: preservação, valorização e promoção do rio Minho, por ser este «um elemento estruturante deste território e de união entre Portugal e Espanha», acrescenta a mesma fonte. Assim se explica a necessidade de implantar uma estratégia supra-municipal e transfronteiriça que «reflicta um desenvolvimento territorial de futuro para o Vale do Minho, assente nos referidos eixos, sendo, ao mesmo tempo, indutora da valorização do potencial humano e da competitividade do território», justifica a Parque Expo.
O passo seguinte será identificar um conjunto de projectos para a requalificação do rio Minho e dos seus afluentes, na tentativa de induzir o desenvolvimento social e económico do Vale do Minho, «respeitando e potenciando os valores ambientais, numa estratégia de desenvolvimento sustentável, no quadro da política nacional e regional subjacente ao QREN [Quadro de Referência Estratégica Nacional] e aos seus programas operacionais», remata".
Portal Ambiente Online, 30/Novembro/2007
quinta-feira, 29 de novembro de 2007
Dicionário Castrejo
APAJAR = dar de comer aos animais na corte, geralmente quando recolhiam do monte para se alimentarem durante a noite ou então quando ficavam na corte por qualquer motivo.
(por exemplo: "vou apajar as vacas")
(por exemplo: "vou apajar as vacas")
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