sexta-feira, 28 de março de 2008
segunda-feira, 24 de março de 2008
Marlene
Infelizmente, o pior que podia ter acontecido aconteceu... Quase uma semana depois de ter desaparecido, a Marlene foi encontrada sem vida. Resta-nos desejar que descanse em paz...
sexta-feira, 21 de março de 2008
Melgaço: Quem disse que o pleno emprego é bom?
"É o concelho com menor rácio de desemprego registado em 2007. Mas às portas de Melgaço não há nenhum cartaz na estrada a dizer “Bem-vindo à terra do pleno emprego”.
Aliás, a haver placa, neste município no Nordeste do Alto Minho, ela seria mais do género: “Bem-vindo. Fique por cá.” A luta de Melgaço não é, de facto, com o desemprego, mas com o envelhecimento. A relação de três velhos para cada jovem é uma ameaça para a estratégia de desenvolvimento que pede gente para o turismo, para o apoio aos idosos ou a produção de vinho Alvarinho mais do que, por exemplo, para a indústria. Esta, aliás, tem uma forte concorrência em Espanha, ali ao lado, na margem norte do rio Minho, onde, como um pouco por todo o Norte do país, desaguam muitos portugueses à procura dos salários que, por cá, poucos pagam.
Em Melgaço, no final do ano passado, 1,3 por cento da população activa estava desempregada. Um “zoom” pelos dados já de Janeiro de 2008, disponibilizados pelo Instituto de Emprego e Formação Profissional (IEFP), transformam esse rácio num número mais perceptível: 114 pessoas deste concelho com 9579 habitantes estavam inscritas no centro de emprego de Valença; dessas, 71 eram mulheres, para apenas 43 homens; só 17 dos inscritos estavam à procura do primeiro emprego; 12 dos desempregados tinham formação superior, os restantes completaram o secundário (37) ou apresentavam-se com formações ainda mais baixas (65). E só 23 procuravam trabalho há mais de um ano. É um esboço numérico do desemprego num território em que a população activa (3173 pessoas em 2001) vai caindo, em razão da baixa taxa de natalidade e do envelhecimento populacional, o que obriga o município a olhar para fora.
Foi sempre assim, nas últimas cinco décadas. Metade dos de Melgaço saíram – para França ou para outros pontos do país – e alguns foram chegando de fora, para ocupar vagas no mercado de trabalho, recorda Albertino Gonçalves, sociólogo com extensa investigação na área da imigração, e ele próprio exemplo do que fala. “Sair dali é o ar que se respira. Há várias gerações que, em certos momentos da vida, a opção anómala parece ser ficar”, diz o docente, que, como muitos, foi estudar para Braga na década de 60. Licenciou-se na Sorbonne. E ali em Paris, num “part-time” num banco português, ajudou muitos compatriotas a preencher cheques que vinham parar a Portugal.
Duas décadas depois, e apesar de ter menos de dez mil habitantes – ou talvez seja melhor falar em residentes, porque este número é multiplicado por três em Julho e Agosto –, Melgaço continua a ser um dos concelhos com mais depósitos do país (173 milhões de euros acumulados até 2006, segundo o Instituto Nacional de Estatística).
Albertino foi dos que não regressaram. Fixou-se em Braga e na Universidade do Minho. Os que não migraram fazem o seu dia-a-dia em Espanha, numa viagem curta e relativamente recompensadora. Um servente pode ganhar 800 euros e um pedreiro 1200, explicou ao PÚBLICO fonte do centro de emprego de Valença, a poucos dias de mais uma prova de selecção de trabalhadores da região para emprego na construção, na Galiza. Por França mantêm-se muitos dos filhos dos velhos que, em Melgaço, cumprem normalmente o plano de regresso no momento da reforma, ou, em francês, da “retrait”. O retrato resultante desta teia de movimentos não é dificil de antever.
O número de inactivos supera, em muito, o número de activos. E estes, explica Luísa Gomes, natural da Guarda e chefe de divisão de Acção Social, trabalham na câmara – a maior empregadora do concelho; nas 282 empresas de comércio e serviços ou nas 118 de alojamento e restauração (dados de 2001). Fruto da inversão da pirâmide etária, para além dos sectores tradicionais, como a construção, muito dependente das encomendas dos emigrantes, os serviços de apoio geriátrico começam a ganhar importância no número de pessoas que empregam, e a sentir mesmo alguma falta de mão-de-obra.
Nos últimos anos, Melgaço tenta explorar economicamente a sua identidade. O Alvarinho produzido por 36 empresas tem ainda muito potencial, e a adesão crescente à feira anual de fumeiro incentivou a formação de unidades familiares. E, se a falta de gente não trouxe o crescimento de outras vilas e cidades, jogou pelo menos a favor da aposta num turismo virado para um límpido rio Minho ou, no monte, para as aldeias incrustradas no Parque Nacional da Peneda-Gerês.
Antiga terra de contrabandistas, Melgaço foi sempre terra de passagem e, apesar da demografia, cada vez mais gente passa por ali, como se podia perceber naquela sexta-feira de Março no Peso, uma localidade termal à espera que a Unicer faça algo do património que ali detém. Na Adega do Sossego, o dono não tem mãos a medir para tantos clientes. Boa parte deles espanhóis. Boa parte deles a salivar por lampreia, numa prova de que o futuro também se conquista pela boca. Haja gente para a alimentar.
Aflex, um “case study” num pequeno parque industrial
Na Estrada Nacional 202, que acompanha o serpentear do rio Minho até Melgaço, há um desvio, uns quilómetros antes da vila, para o Parque Industrial de Penso, uma aposta do município no alojamento industrial. No entanto, a imagem que salta à vista de quem toma essa direcção é um pequeno povoado que oferece à primeira impressão um ar de abandono quase comparável à do arruamento ladeado por pavilhões que se assoma mais à frente. À hora a que o PÚBLICO chega, numa sexta-feira ao início da tarde, não há movimento na rua, e só um ou outro barulho nos diz que há ali dez empresas instaladas (existem quatro em licenciamento). Do total, quase metade são estrangeiras, ou melhor, cinco espanholas e uma francesa, a Aflex.
A dimensão do parque é o espelho do peso na indústria na economia do concelho. E, em contraponto com as restantes unidades de cariz mais familiar, a Aflex Portugal, filial de uma empresa francesa de produção de tubos de borracha para a indústria automóvel, é um microcosmo de muitas das vivências de Melgaço.
Para além de factores óbvios, como o do custo da mão-de-obra e do terreno e a proximidade à rede de transportes de Espanha, o facto de “todo o mundo falar francês aqui” foi um empurrão para que o dono instalasse a unidade no município, conta Carla Besteiro. Filha de emigrantes de apenas 29 anos, ainda conserva o sotaque e o manejo da língua de Victor Hugo, essencial para a sua função de direcção comercial. Depois de um arranque intermitente, a firma é gerida há quase cinco anos por uma engenheira de 34 anos, formada na Universidade do Minho e natural de... Castelo Branco.
Fernanda Carvalho explicou como a partir do momento em que passou a funcionar em regime contínuo, por turnos, o recrutamento de pessoal se tornou tarefa difícil para esta empresa que paga, líquidos, à volta de 550 euros. Homens a candidatar-se são raros. Mulheres – que já são a maioria dos 45 empregados – ainda aparecem, mas, nota, quase todas as que são enviadas pelo centro de emprego acabam por recusar a proposta, o que leva a gestora a antever dificuldades quando tiver de seleccionar pessoas para responder ao aumento da laboração previsto para este ano. “Os homens preferem todos ir para Espanha. E poucas mulheres querem trabalhar”, nota Fernanda, numa descrição corroborada por Carla, cujo marido é operário numa fábrica espanhola que processa algas, a 30 minutos dali.
Albertino Gonçalves não partilha totalmente esta leitura sobre a relação das mulheres locais com o mercado de trabalho. Para além da questão salarial, lembra que, muitas vezes, as empresas querem recrutar para horários que nada têm que ver com os estilos de vida e hábitos de trabalho das pessoas dali. O sociólogo da Universidade do Minho assinala que “as pessoas de Melgaço têm várias alternativas para conseguir dinheiro” – desde o trabalho dos homens em Espanha às reformas de França de muitos dos idosos que permanecem em casa dos filhos –, “o que não facilita a vida a essas empresas”."
Aliás, a haver placa, neste município no Nordeste do Alto Minho, ela seria mais do género: “Bem-vindo. Fique por cá.” A luta de Melgaço não é, de facto, com o desemprego, mas com o envelhecimento. A relação de três velhos para cada jovem é uma ameaça para a estratégia de desenvolvimento que pede gente para o turismo, para o apoio aos idosos ou a produção de vinho Alvarinho mais do que, por exemplo, para a indústria. Esta, aliás, tem uma forte concorrência em Espanha, ali ao lado, na margem norte do rio Minho, onde, como um pouco por todo o Norte do país, desaguam muitos portugueses à procura dos salários que, por cá, poucos pagam.
Em Melgaço, no final do ano passado, 1,3 por cento da população activa estava desempregada. Um “zoom” pelos dados já de Janeiro de 2008, disponibilizados pelo Instituto de Emprego e Formação Profissional (IEFP), transformam esse rácio num número mais perceptível: 114 pessoas deste concelho com 9579 habitantes estavam inscritas no centro de emprego de Valença; dessas, 71 eram mulheres, para apenas 43 homens; só 17 dos inscritos estavam à procura do primeiro emprego; 12 dos desempregados tinham formação superior, os restantes completaram o secundário (37) ou apresentavam-se com formações ainda mais baixas (65). E só 23 procuravam trabalho há mais de um ano. É um esboço numérico do desemprego num território em que a população activa (3173 pessoas em 2001) vai caindo, em razão da baixa taxa de natalidade e do envelhecimento populacional, o que obriga o município a olhar para fora.
Foi sempre assim, nas últimas cinco décadas. Metade dos de Melgaço saíram – para França ou para outros pontos do país – e alguns foram chegando de fora, para ocupar vagas no mercado de trabalho, recorda Albertino Gonçalves, sociólogo com extensa investigação na área da imigração, e ele próprio exemplo do que fala. “Sair dali é o ar que se respira. Há várias gerações que, em certos momentos da vida, a opção anómala parece ser ficar”, diz o docente, que, como muitos, foi estudar para Braga na década de 60. Licenciou-se na Sorbonne. E ali em Paris, num “part-time” num banco português, ajudou muitos compatriotas a preencher cheques que vinham parar a Portugal.
Duas décadas depois, e apesar de ter menos de dez mil habitantes – ou talvez seja melhor falar em residentes, porque este número é multiplicado por três em Julho e Agosto –, Melgaço continua a ser um dos concelhos com mais depósitos do país (173 milhões de euros acumulados até 2006, segundo o Instituto Nacional de Estatística).
Albertino foi dos que não regressaram. Fixou-se em Braga e na Universidade do Minho. Os que não migraram fazem o seu dia-a-dia em Espanha, numa viagem curta e relativamente recompensadora. Um servente pode ganhar 800 euros e um pedreiro 1200, explicou ao PÚBLICO fonte do centro de emprego de Valença, a poucos dias de mais uma prova de selecção de trabalhadores da região para emprego na construção, na Galiza. Por França mantêm-se muitos dos filhos dos velhos que, em Melgaço, cumprem normalmente o plano de regresso no momento da reforma, ou, em francês, da “retrait”. O retrato resultante desta teia de movimentos não é dificil de antever.
O número de inactivos supera, em muito, o número de activos. E estes, explica Luísa Gomes, natural da Guarda e chefe de divisão de Acção Social, trabalham na câmara – a maior empregadora do concelho; nas 282 empresas de comércio e serviços ou nas 118 de alojamento e restauração (dados de 2001). Fruto da inversão da pirâmide etária, para além dos sectores tradicionais, como a construção, muito dependente das encomendas dos emigrantes, os serviços de apoio geriátrico começam a ganhar importância no número de pessoas que empregam, e a sentir mesmo alguma falta de mão-de-obra.
Nos últimos anos, Melgaço tenta explorar economicamente a sua identidade. O Alvarinho produzido por 36 empresas tem ainda muito potencial, e a adesão crescente à feira anual de fumeiro incentivou a formação de unidades familiares. E, se a falta de gente não trouxe o crescimento de outras vilas e cidades, jogou pelo menos a favor da aposta num turismo virado para um límpido rio Minho ou, no monte, para as aldeias incrustradas no Parque Nacional da Peneda-Gerês.
Antiga terra de contrabandistas, Melgaço foi sempre terra de passagem e, apesar da demografia, cada vez mais gente passa por ali, como se podia perceber naquela sexta-feira de Março no Peso, uma localidade termal à espera que a Unicer faça algo do património que ali detém. Na Adega do Sossego, o dono não tem mãos a medir para tantos clientes. Boa parte deles espanhóis. Boa parte deles a salivar por lampreia, numa prova de que o futuro também se conquista pela boca. Haja gente para a alimentar.
Aflex, um “case study” num pequeno parque industrial
Na Estrada Nacional 202, que acompanha o serpentear do rio Minho até Melgaço, há um desvio, uns quilómetros antes da vila, para o Parque Industrial de Penso, uma aposta do município no alojamento industrial. No entanto, a imagem que salta à vista de quem toma essa direcção é um pequeno povoado que oferece à primeira impressão um ar de abandono quase comparável à do arruamento ladeado por pavilhões que se assoma mais à frente. À hora a que o PÚBLICO chega, numa sexta-feira ao início da tarde, não há movimento na rua, e só um ou outro barulho nos diz que há ali dez empresas instaladas (existem quatro em licenciamento). Do total, quase metade são estrangeiras, ou melhor, cinco espanholas e uma francesa, a Aflex.
A dimensão do parque é o espelho do peso na indústria na economia do concelho. E, em contraponto com as restantes unidades de cariz mais familiar, a Aflex Portugal, filial de uma empresa francesa de produção de tubos de borracha para a indústria automóvel, é um microcosmo de muitas das vivências de Melgaço.
Para além de factores óbvios, como o do custo da mão-de-obra e do terreno e a proximidade à rede de transportes de Espanha, o facto de “todo o mundo falar francês aqui” foi um empurrão para que o dono instalasse a unidade no município, conta Carla Besteiro. Filha de emigrantes de apenas 29 anos, ainda conserva o sotaque e o manejo da língua de Victor Hugo, essencial para a sua função de direcção comercial. Depois de um arranque intermitente, a firma é gerida há quase cinco anos por uma engenheira de 34 anos, formada na Universidade do Minho e natural de... Castelo Branco.
Fernanda Carvalho explicou como a partir do momento em que passou a funcionar em regime contínuo, por turnos, o recrutamento de pessoal se tornou tarefa difícil para esta empresa que paga, líquidos, à volta de 550 euros. Homens a candidatar-se são raros. Mulheres – que já são a maioria dos 45 empregados – ainda aparecem, mas, nota, quase todas as que são enviadas pelo centro de emprego acabam por recusar a proposta, o que leva a gestora a antever dificuldades quando tiver de seleccionar pessoas para responder ao aumento da laboração previsto para este ano. “Os homens preferem todos ir para Espanha. E poucas mulheres querem trabalhar”, nota Fernanda, numa descrição corroborada por Carla, cujo marido é operário numa fábrica espanhola que processa algas, a 30 minutos dali.
Albertino Gonçalves não partilha totalmente esta leitura sobre a relação das mulheres locais com o mercado de trabalho. Para além da questão salarial, lembra que, muitas vezes, as empresas querem recrutar para horários que nada têm que ver com os estilos de vida e hábitos de trabalho das pessoas dali. O sociólogo da Universidade do Minho assinala que “as pessoas de Melgaço têm várias alternativas para conseguir dinheiro” – desde o trabalho dos homens em Espanha às reformas de França de muitos dos idosos que permanecem em casa dos filhos –, “o que não facilita a vida a essas empresas”."
quarta-feira, 19 de março de 2008
Desaparecimento da Marlene em Castro Laboreiro
No último Domingo (16 de Março) a Marlene (34 anos), que trabalha em Castro Laboreiro, desapareceu. Ela tem uma doença do foro psiquiátrico e pensa-se que o seu desaparecimento pode estar relacionado com a falta de medicação. As buscas para a encontrar continuam...
Deixo-vos aqui os emails e fotografias divulgados por familiares.
Se souberem de alguma informação contactem os números por eles disponibilizados!
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Bom Dia,
No Domingo passado (16-04-2008) em Castro Laboreiro (Melgaço) desapareceu a minha irmã Marlene Silva da Cunha com idade de 34 anos.
No Domingo passado (16-04-2008) em Castro Laboreiro (Melgaço) desapareceu a minha irmã Marlene Silva da Cunha com idade de 34 anos.
Segundo os populares ela foi vista pela última vez por volta das 11:00, encontrava-se perturbada, com depressão, talvez por falta ou redução de medicação, pois ela depende da medicação devido à sua doença do foro psiquiátrico.
As buscas já tiveram início no Domingo, e ontem as autoridades, populares e familiares procuraram várias zonas mas sem êxito. Precisamos de mais apoio.
Apelamos a V/ colaboração no sentido de divulgar a fotografia da minha irmã, e a todas as pessoas que a possam ter visto para contactar os familiares e as autoridades.
Contactos:
919581779 Daniel Cunha
ou 93619998 Sérgio Cunha.
Muito Obrigado a todos
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Bom Dia,
Ontem as buscas continuaram mas sem êxito, contudo hoje as autoridades vão continuar na busca.
Ontem as buscas continuaram mas sem êxito, contudo hoje as autoridades vão continuar na busca.
Entretanto ontem surgiu uma pista que nos deu a esperança de que a Marlene anda por aí, uma tia de Paredes de Coura recebeu na passada 2.ª feira (17/03/2008) à tarde um telefonema de um indivíduo que parecia ser estrangeiro a perguntar se algum familiar com idade compreendida entre os 30 e os 35 anos vivia na casa dela.
A minha tia quando recebeu esse telefonema já sabia do sucedido da minha irmã, mas não conseguiu associar este telefonema à minha irmã, e a resposta que deu é que só ela e o marido viviam na sua casa.
Perante esta nova pista pedimos ajuda a todas as entidades, autoridades e populares para que possam divulgar a fotografia da minha irmã, e apelamos à pessoa que contactou a nossa tia, e que poderá ter acolhido a minha irmã, que o possa fazer novamente para nos indicar o paradeiro da minha irmã ou para entregá-la em algum posto de saúde, pois ela precisa urgentemente de ser mendicamentada.
Junto uma nova fotografia.
Obrigado a todos.
Daniel Cunha 91 958 17 79
Sérgio Cunha 93 619 69 98
sábado, 15 de março de 2008
Inauguração, em Melgaço, de Centro Local de Apoio à Integração de Imigrantes
"No ano em que faz o seu quinto aniversário, a rede de Centros Locais de Apoio à Integração de Imigrantes (CLAII) – lançada no ano de 2003, com o objectivo de ser uma resposta articulada às necessidades de acolhimento e integração dos cidadãos imigrantes radicados nas várias regiões do país, fazendo a ponte com as diferentes instituições locais com competências nestas matérias e com quem os imigrantes se têm que relacionar – alarga-se com a abertura de mais um pólo, o CLAII de Melgaço, perfazendo 72 Centros espalhados por todo o país.
A inauguração ocorrerá na segunda-feira, dia 17 de Março, pelas 15.00h, na presença da Alta Comissária para a Imigração e Diálogo Intercultural e do Presidente da Câmara Municipal de Melgaço.
O ACIDI e o Município de Melgaço assinam esta segunda-feira, dia 17 de Março, pelas 15.00 horas, um Protocolo de Cooperação para abertura de um Centro Local de Apoio à integração de Imigrantes (CLAII) no Concelho de Melgaço. A Cerimónia, que contará com a presença da nova Alta Comissária para a Imigração e Diálogo Intercultural e do Presidente da Câmara Municipal de Melgaço, terá lugar no Salão Nobre da Câmara Municipal, seguindo-se a visita às instalações do novo CLAII, sito no Espaço Memória e Fronteira.
Em estreito contacto com os Centros Nacionais e integrado na rede de Centros Locais de Apoio à Integração de Imigrantes, estes novos Centros serão um pólo de informação ao imigrante, com um tratamento especializado e adequado às diferentes necessidades deste público-alvo, com um rosto humano e próximo de quem o procura. Pondo em prática o conceito de Integração de Proximidade, terá ainda o papel pró-activo de animar e desenvolver iniciativas locais de aprofundamento do acolhimento e integração das comunidades imigrantes na sociedade portuguesa, envolvendo diferentes actores locais e sensibilizando toda a comunidade para este desafio, já que é ao nível local que acontece a integração".
A inauguração ocorrerá na segunda-feira, dia 17 de Março, pelas 15.00h, na presença da Alta Comissária para a Imigração e Diálogo Intercultural e do Presidente da Câmara Municipal de Melgaço.
O ACIDI e o Município de Melgaço assinam esta segunda-feira, dia 17 de Março, pelas 15.00 horas, um Protocolo de Cooperação para abertura de um Centro Local de Apoio à integração de Imigrantes (CLAII) no Concelho de Melgaço. A Cerimónia, que contará com a presença da nova Alta Comissária para a Imigração e Diálogo Intercultural e do Presidente da Câmara Municipal de Melgaço, terá lugar no Salão Nobre da Câmara Municipal, seguindo-se a visita às instalações do novo CLAII, sito no Espaço Memória e Fronteira.
Em estreito contacto com os Centros Nacionais e integrado na rede de Centros Locais de Apoio à Integração de Imigrantes, estes novos Centros serão um pólo de informação ao imigrante, com um tratamento especializado e adequado às diferentes necessidades deste público-alvo, com um rosto humano e próximo de quem o procura. Pondo em prática o conceito de Integração de Proximidade, terá ainda o papel pró-activo de animar e desenvolver iniciativas locais de aprofundamento do acolhimento e integração das comunidades imigrantes na sociedade portuguesa, envolvendo diferentes actores locais e sensibilizando toda a comunidade para este desafio, já que é ao nível local que acontece a integração".
Dia: segunda-feira, dia 17 de Março
Hora: 15:00 horas
Local: Salão Nobre da Câmara Municipal de Melgaço – Largo Hermenegildo Solheiro, 4960-551 Melgaço
Fonte: Alto Comissariado para a Imigração e Diálogo Intercultural (ACIDI)
segunda-feira, 10 de março de 2008
O blog não está esquecido...
Tenho andado ocupada com várias coisas, mas daqui a uns tempos retomo a actividade por aqui...
quinta-feira, 7 de fevereiro de 2008
Sondagem
Tive de retirar a sondagem sobre a relação que os visitantes do nosso blog têm com Castro Laboreiro (se são de lá, se conhecem, etc...). Um problema qualquer fazia com que, em vez de surgir a página inicial do blog, aparecesse a página da sondagem.
Não cheguei a ver como estavam as votações mas... fica para uma outra ocasião!
Não cheguei a ver como estavam as votações mas... fica para uma outra ocasião!
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